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Courbet Gustave

coubert

Courbet nasceu numa família de camponeses abastados na França, região do Franco-Condado. Teve algumas aulas de desenho com professores locais. Foi a Paris, onde iniciou e logo abandonou estudos de direito em Paris[1]. Foi sobretudo um autodidata, copiando os grandes mestres no Louvre, principalmente Hals e Velázquez. Suas primeiras obras foram uma série de auto-retratos. Em 1849 expôs no Salão de Paris "Depois do jantar em Ornans", que lhe valeu uma medalha. Em 1850, expõe os quadros "Os quebradores de pedras", "O retorno dos camponeses de Flagey" e sobretudo o Enterro em Ornans, imensa tela em que reuniu personagens de sua cidade natal, que posaram para ele. Os personagens são vistos em Paris como "feios", a obra causa escândalo. Em 1855, outra imensa tela: O Ateliê do Artista, centrada em seu auto-retrato, que Courbet expõe num pavilhão por ele expressamente construído no momento da primeira Exposição Universal de Paris. Na entrada, escreveu em grandes letras: "Pavilhão do Realismo".

O realismo de Courbet não pode ser visto como um retrato da vida moderna: o pintor se concentra sobretudo no universo camponês, em que o trabalho não é mostrado, ou quase. Seu empenho político também pouco transparece em suas obras. Mas Courbet militava pela república e pelo socialismo, e foi próximo amigo de [[Proudhon], de quem fez um grande retrato póstumo. Foi também amigo do poeta Baudelaire.

Courbet foi também um voluptuoso pintor de mulheres: talvez seu quadro mais célebre seja um torso feminino desnudo, mostrando o sexo, mas sem a cabeça, os braços e as pernas, intitulado "A origem do mundo", de 1866. "As senhoritas das margens do Sena" (1856), "O sono, ou A Preguiça e a luxúria" (1866), estão entre as grandes obras primas que realizou com tema feminino. Foi ainda autor de admiráveis naturezas-mortas - entre elas, as extraordinárias "Trutas". Fez muito sucesso com grandes quadros de caça. Pintou muitas paisagens de sua região, a Franche-Comté, e também marinhas, algumas com enormes ondas. Durante o episódio da Comuna de Paris, Courbet tornara-se responsável pelos monumentos da cidade. Os revolucionários decidiram derrubar a enorme coluna napoleônica da praça Vendôme. Em seguida, com a derrota da Comuna, foi preso, acusado de ser o responsável dessa demolição. Em seguida, posto em liberdade, foi condenado a pagar a reconstrução do monumento, cujo custo era elevadíssimo, muito acima de seus recursos financeiros. Para não ver seus bens sequestrados, teve que fugir para a Suiça, onde morreu.

Personagem pessoalmente escandaloso e barulhento, Courbet realizou uma obra grave, profunda e meditativa.

Fonte: Wikipedia

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