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O Idilio

A estátua Idílio ou Beijo Eterno foi cercada de polêmica antes que finalmente pudesse "repousar" no Largo São Francisco, no centro.

A escultura retrata um dos poemas de Olavo Bilac, que trata do amor entre um francês e uma índia. Inicialmente, foi colocada entre as Avenidas Paulista e Angélica. Logo começaram os protestos: pessoas alegavam que a obra era "imoral".

O Idílio acabou transferido para Pinheiros, na zona oeste, onde ficou na frente de um colégio. Não demorou para que surgissem novos protestos de pais e vizinhos. Eles diziam que a obra era "um atentado aos bons costumes".

Novamente retirada, a peça ficou nos depósitos da Prefeitura até 1965.

A estátua saiu do depósito por pouco tempo. Instalada no Largo do Cambuci, moradores realizaram um abaixo-assinado para que ela fosse retirada. No ano seguinte, o prefeito Faria Lima decidiu colocá-la nas proximidades do prédio da Fundação Getúlio Vargas, na saída do Túnel da 9 de Julho, no sentido centro. Logo depois um vereador protestou na Tribuna da Câmara, afirmando que a estátua era obscena.

Os estudantes de Direito da Universidade de São Paulo (USP) solicitaram ao prefeito que a obra fosse colocada na frente da escola, onde permanece até hoje, sujeita a ataques de vândalos e pichadores.

Autoria: Autoria: William Zadig
Dimensões: peça - bronze 2,10 x 1,15 x 1 m
Localização: largo São Francisco (Centro) - SP
Data de realização: 1920

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