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Dos prováveis candidatos à presidência da república em 2018. Qual é o de sua preferência?

Fernado Henrique Cardoso

Fernado Henrique Cardoso

Senador, ex-chanceler e ex-ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, FHC apresenta-se à disputa eleitoral como o idealizador do Plano Real. Seu programa de campanha é centrado na estabilização da moeda e na reforma da Constituição. Concorre com o apoio do governo e da aliança formada entre o Partido da Democracia Social Brasileira (PSDB), de centro-esquerda, e o Partido da Frente Liberal (PFL), de direita. Ganha a presidência no primeiro turno das eleições, derrotando vários candidatos. O governo é empossado em 1o. de janeiro de 1995, tendo como data para término 31 de dezembro de 1998. Reforma Constitucional - Em seu primeiro ano de administração, FHC dedica-se tanto à economia quanto à política.

No campo político, esforça-se para ampliar sua base parlamentar no Congresso Nacional e conseguir a aprovação de suas propostas de emendas constitucionais. As reformas são apresentadas como essenciais à modernização do país e à estabilização e retomada do crescimento econômico. Entre as mudanças aprovadas destacam-se a quebra dos monopólios do petróleo e das telecomunicações e a alteração do conceito de empresa nacional, no sentido de não discriminar o capital estrangeiro. Diversas outras reformas estão sendo discutidas pelo congresso Nacional, como a da Previdência Social, do estatuto do funcionalismo público e dos sistemas fiscal, tributário e administrativo. Plano Real - O presidente também dá continuidade ao Plano Real.

Ao longo dos meses, promove alguns ajustes na economia, como o aumento da taxa de juros, para desaquecer a demanda interna, e a desvalorização do câmbio, para estimular as exportações e equilibrar a balança comercial. Com o plano, o governo controla a inflação em níveis bastante baixos. Mas surgem sinais de recessão econômica já no segundo semestre, como a inadimplência, queda no consumo e demissões em massa. A redução da atividade econômica provoca desemprego nos setores industrial e agrícola. O atraso na implementação da reforma agrária agrava os conflitos no campo. O setor social está bastante esquecido pelo presidente.

Fonte: O Brasil República

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