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Capela do Morumbi |
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![]() Data de 1825 o documento mais antigo referente à Fazenda do Morumbi, da qual se originou o bairro com o mesmo nome. Nessa época, essas terras pertenciam ao inglês John Rudge que ali se dedicava ao cultivo de chá. A Fazenda teve diversos proprietários e, com a expansão da cidade, alcançou grande valorização. Na década de quarenta a Cia. Imobiliária Morumby loteou as últimas glebas da antiga fazenda da qual faziam parte a casa-sede e, bem próxima a ela, uma edificação de taipa-de-pilão em ruínas . Visando atrair compradores e valorizar ainda mais os terrenos, a Companhia contratou o escritório do arquiteto Gregori Warchavchik para fazer o restauro da casa-sede e a recuperação das ruínas. Pela interpretação de Warchavchik, essas ruínas corresponderiam à antiga capela da Fazenda e, para recuperá-la, complementou-as com alvenaria de tijolos. Além disto, com o objetivo de resgatar o caráter sacro da construção, foi pintado nas paredes do altar, pela artista Lúcia Suanê, um afresco representando a cena do batismo de Cristo com anjos apresentando fisionomia de índios. Em 1950 a obra ficou pronta, permanecendo, no entanto, praticamente fechada até 1957, ocasião em que a Cia Imobiliária Morumby transferiu parte dos terrenos remanescentes do loteamento ao Município. A partir de então a Capela passou à responsabilidade direta do Departamento do Patrimônio Histórico-DPH. No ano de 1979, o DPH iniciou o processo de revitalização da Capela, entregando-a ao público no dia 25 de janeiro de 1980. Desde então o local é utilizado para exposições. Atividades: Exposições diversas, destacando-se, nos últimos dois anos, a de instalações de artistas contemporâneos. Localização Conteúdo relacionado: Consolação | Sagrado Coração de Jesus | Catedral da Sé | Nossa Sra. Achiropita | Nossa Sra. do Barsil | Nossa Sra. do Ó | Nossa Sra. de Fátima | Nossa Sra. do Rosário | Santa Cecília | São Cristóvão |
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