Elefante Branco é uma exposição-ação que ocupa um casarão no Jardim Europa.
Pensada como um dispositivo de criação coletiva a exposição convida artistas e pensadores a utilizar a casa como espaço de diálogo e experimentação.
As obras estarão em exposição durante três semanas, com uma série de debates e encontros realizados aos sábados as 17 horas.
A abertura será dia 4 de julho, às 16 horas,
O ELEFANTE BRANCO: A VIDA SUPERA A ARTE, A ARTE SUPERA A VIDA.
ARTISTAS
Alexandre Fehr
Brasileiro, nasceu em 1976. Artista plástico, mas formado em Relações Internacionais pela FAAP. Trabalha e estuda com artes plásticas desde 1994. Usa diversas técnicas como pintura, fotografia, escultura e instalação e intervenção urbana. Seus trabalhos buscam mostrar o desconforto e a solidão do homem cotidiano.

Ana Paula Oliveira
Nasceu em Uberaba mas vive em São Paulo , é artista plástica e professora de arte. Seu trabalho lida com questões na ocupação do espaço, através de instalações cria e estabelece tensões para acionar o espaço. Fez exposições em algumas instituições como CCSP, onde recebeu premio aquisição, Capela do Morumbi, Museu de Ribeirão Preto, Centro Universitario Mariantonia, entre outros.

Antônio Brasiliano
"Com o intuito de reconhecer o meio através de um registro preciso das transformações das cidades, Antonio Brasiliano tem parte de seu trabalho conectado com as aspirações urbanas das grandes metrópoles, numa tentativa humana de transformar a própria cidade, alvo de seus cliques, numa galeria livre a céu aberto. Favelas, albergues e cortiços, espaços muitas vezes “invisíveis”, ganham projeções sinceras e verdadeiras através de suas lentes. Parte desses trabalhos foram expostos em galerias como Paço das Artes (2005), MIS (2005), Galeria Olido (2009), entre outras."http://brasiliano.carbonmade.com/

Eduardo Verderame
é artista plástico e curador, mora em São Paulo, Brasil. Graduado em artes pela Universidade de São Paulo em 1996. Seu trabalho trata de assuntos como universos imaginários, utopias e desencantos, e a decadência de códigos culturais. Desde 2001 faz curadoria de exposições e eventos com um foco no espaço urbano como o palco para a intervenção plástica. Co-fundador e membro de dois coletivos da arte, o EIA (Experiência Imersiva Ambiental) e o Esqueleto Coletivo; ambos os grupos organizam festivais e eventos da arte contemporânea nas ruas de São Paulo, promovendo a ecologia, direitos humanas e o uso livre do espaço público.
http://everderame.wordpress.com

Esquizotrans
É um coletivo dedicado a pensar o universo queer, criar eventos eróticos, produzir rupturas no sistema heteronormativo, escrever textos com cunho sexual e político, além de militar em áreas contra propriedade intelectual, a favor da colaboraçao livre. Lançou ano passado o movimento esquizerda, além de uma série de eventos relacionados a prostituiçao, a transexualidade, apoiou e apoia as transmutaçoes dos corpos e dos gêneros e realizou a criaçao de tres filmes: Mulher Bicha, Nao Falo, Danço, e Papo de Homens. Está com o livro (no prelo) chamado Breviário de Pornografia Esquizotrans.
http://esquizotrans.wordpress.com
http://www.youtube.com/user/esquizotrans

Marcos Vilas Boas
Fotografa horizontes marítimos desde 1994. Em 1997, inicia o projeto “Horizonte Reto”, com imagens noturnas de linhas de horizonte marítimo, que foi apresentado no dconcept escritório de arte, em 2003 e 2008. Naquela ocasião, manipulava as imagens durante longos períodos expositivos noturnos, prosseguindo posteriormente com longas exposições durante o dia.
"Em lugar do “snapshot”, que tão bem define a experiência visual contemporânea, uma fotografia que se dá no tempo, vagarosa. Em lugar do horizonte urbano acidentado, do nosso cotidiano estilhaçado, o horizonte reto da paisagem marinha.. São fotografias reflexivas que quase instauram em quem as observa a quietude e concentração de quem as construiu, com a escuridão ou o brilho a cegarem o “olhar informado”. Esta fotografia instintiva também se vê com a intuição." JULIANA MONACHESI
Possui trabalhos publicados em revistas como Bravo, Trip, Vogue, Rolling Stone, MTV, SN.o, Big Utopia, Wallpaper, entre outras. Seus ensaios fotográficos ilustram projetos gráficos da gravadora Trama. Realizou ensaios fotográficos para longas como “Lisbela e o Prisioneiro” (2003), de Guel Arraes e do “Carandiru” (2002), de Hector Babenco.
Participou de exposições coletivas na Casa das Rosas, Galeria Sesc Paulista, Casa da Lapa, Galería de Ángeles (Espanha), Festival Brasil no Ar (Espanha) e também no Teatro Oficina, em São Paulo.
http://www.marcosvilasboas.com.br/

Peetssa
Fotógrafo free-lancer para revistas (Trip, TPM, VIP, Bravo!, etc.). Desenvolve trabalho pessoal artístico baseado em intervenção urbana, vida pública e arte política juntamente aos grupos Contra Filé, Bijari, Frente 3 de Fevereiro, Menossões, Nova Pasta, E.I.A. e outros.
Membro da Brigada de Incêndio de Lençóis, Chapada Diamantina, integrante do G.V.B.S. P.E.T.A.R. (Grupo Voluntário de Busca e Salvamento do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), dedica se a projetos relacionados a ecologia e preservação ambiental.
www.peetssa.com.br

Renato Pera
Interessa-se pela relação do desenho com a arquitetura, desenvolvendo projetos para instalações e para arquiteturas específicas com o intuito de criar ambientes ficcionais. Interessa-se pela pesquisa de materiais e de soluções gráficas para a ocupação espacial, a partir de um pensamento sobre questões de escala e sobre a relação do observador com os espaços fictícios criados. Realizou grande parte desses projetos em pareceria com a artista plástica Flora Assumpção, com quem trabalha desde 2006. Para esta exposição, apresenta o projeto individual “Crotalus basiliscus”, que consiste na colocação de um backlight com o desenho de uma serpente dentro de um buraco no jardim dos fundos do casarão, local afastado das áreas de intensa atividade social.

Rodrigo Araújo
Arquiteto, residente em São Paulo. Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP em 2000.
O espaço público e suas relações são foco central do trabalho, que transita dos meios analógicos aos digitais para questionar para quem, como e com quais valores a cidade está sendo construída.
Integrante do Grupo BijaRi, no qual desenvolve trabalhos nas áreas de artes visuais, design e vídeo.
ww.rodrigoaraujo.art.br

Flávia Sammarone,
brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1975. Artista Plástica e Educadora. Formada em Bacharelado e Licenciatura pela Fundação Armando Álvares Penteado de São Paulo. Desde 2000 realiza seu trabalho artístico participando de exposições no Brasil e no Exterior, sendo algumas destas produzidas e organizadas pela artista. Integrou e trabalhou junto a coletivos de arte como Tranca-Rua, EIA e Grupo Sérgio que realizam trabalhos de intervenções urbanas em espaços públicos. Atua na área de arte educação ministrando oficinas de arte, de alfabetização de adultos, e projetos como Ação Educativa da 27ª e 28ª Bienal de Arte de São Paulo.
http://flaviasammarone.wordpress.com/
Joana Traub Csekö
nasceu em Denver, Colorado (EUA), em 1978. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Joana cria mecanismos intrínsecos ao funcionamento de suas imagens, como segredos, que atraem e comunicam, mas simultaneamente desarmam o olhar do espectador. Imagens dissonantes, que querem de nosso olhar o tempo de cismar, mirar, e não a atenção intermitente e fragmentada do cotidiano imagético em que vivemos imersos. Na prática da artista, a fotografia torna-se uma forma possível de estar em contato com a sociedade contemporânea, de tornar visível, desvelar, através da captação e do subseqüente engendramento do real, aspectos de nosso meio circundante tanto físico, quanto simbólico.
Graduada em Comunicação Social pela Escola de Comunicação da UFRJ e mestre em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Entre 2000 e 2004 foi aluna da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ). Faz parte do Grupo PY, coletivo de artistas do Rio de Janeiro, através do qual concebeu e coordenou exposições/eventos tais como o Pyrata (barca Rio-Niterói), Pylar (casarão em Santa Tereza ) e FEBEARio (Espaço Cultural Sérgio Porto). Em 2008 realizou a exposição individual “série HU” na Galeria Novembro (RJ). No momento co-dirige com Pedro Urano o documentário “HU”, premiado pelo edital DocTV IV (TV Brasil-MinC). Obras na coleção Gilberto Chateaubriand, MAM-RJ. Exposições recentes (2007-09): Nova Arte Nova, CCBB São Paulo-SP. A rua é nossa... É de todos nós! Institut pour la Ville en Mouvement (Ano França no Brasil), CCJF, Rio-RJ. FotoRio 2007, Galeria de Arte IBEU, Rio-RJ. Novas Aquisições 2006-07 - Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM-RJ.
http://www.novembroarte.com/#/artistas/joanatraubcseko/
http://www.novembroarte.com/#/expos/seriehu

Júlia Csekö
(Denver, EUA, radicada no Rio de Janeiro, RJ) é formada em Escultura pela Escola de Belas-Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem especialização em Arte e Filosofia pela PUC Rio e estudou Dança na Escola Angel Viana - RJ. Expõem desde 2003 no Brasil e participou de mostras internacionais no Canadá, Espanha e Inglaterra. Tem obras nas coleções Gilberto Chateaubriand, Mr. Stanlee Gatti, (Estados Unidos) e British Columbia University Museum (Canadá), entre outras. Sua produção é dividida em diferentes ramificações e técnicas tais como escultura, pintura, instalações e performances.
Suas esculturas da série "Híbridos" utilizam vestes e formas orgânicas feitas de veludo, num amálgama de "formas-corpos". Os “Hibridos” operam uma equação de distanciamento e reflexão acerca da condição humana e as inúmeras variáveis que constroem a existência. A presença das roupas alude ao insólito, ao resquício do familiar e do humano.
Idealizadora e cofundadora do GrupoPy, entidade catalizadora de artistas para realização de eventos de arte independentes. O GrupoPy já realizou cinco eventos desde sua formação em 2005, sendo o traço principal de suas ações a ocupação de espaços por artistas de diferentes gerações e a criação de espaços para o diálogo no campo das artes visuais.

Monica Rizzolli
Artista Plástica, residente em São Paulo, é também performer e ilustradora. Formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Criadora e organizadora do evento [In.CoRpo.Ro] ações performáticas e da [In.CoRpo.Ro] Mag (artigossobre performance art). Como educadora trabalhou em diversas instituições culturais e museológicos, tendo como foco principal o ensino da História da Arte.
http://www.flickr.com/photos/mrizzolli/

Túlio Tavares
Artista plástico residente em São Paulo. Intervenções urbanas, performances, manipulações da mídia, projetos curatoriais e mostras de arte somam-se a desenhos, pinturas, vídeos e fotografias. Os trabalhos transitam por espaços públicos e privados da cidade, muitas vezes aplicados sobre a vida cotidiana, acompanhando as inquietações, desafios e contradições da vida na grande metrópole. Simultaneamente o autor produz trabalhos que exploram liberdades temáticas, discussões técnicas e estéticas, assuntos unicamente referentes à arte. O trabalho acontece entre museus, galerias, equipamentos públicos, publicações, ruas e ocupações.
http://tuliotavares.wordpress.com/

PENSADORES
Ricardo Ramalho,
41, artista plástico e curador brasileiro, atualmente reside no Porto, Portugal. Formado na Faap, e aluno de mestrado da Universidade do Porto, ja realizou inúmeras exposições coletivas, individuais, e performances. O perfil de trabalho artístico e curatorial valoriza a tensão entre uma crítica institucional do sistema de arte e a valorização do vocabulário oficial da arte.
www.ricardoramalho.multiply.com
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Flávia Vivacqua,
nascida em São Paulo no ano de 1975. Artista, Educadora e Designer Cultural e Sustentabilidade. Formada em Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Teve como primeira formação as Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia Helena, Teatro Escola Macunaíma e Scuola Internazionale Dell'attore Commico, na Itália, especializando-se em Mascaras e Teatro de Rua. Especializou-se em ‘Teoria e Prática da Educação Popular junto aos movimentos populares, pelo Instituto Sedes Sapientiae/CEPIS. Designer de Sustentabilidade e desenvolvimento de assentamentos humanos sustentáveis pelo programa Gaia Education da Global Ecovillage Network, chancelado pela ONU. Desde 1998 vem realizando exposições de suas performances, intervenções, instalações e fotografias em diversas cidades Brasileiras e no exterior (http://flaviavivacqua.wordpress.com) e também, palestras e oficinas sobre arte, cultura, ecologia, economia criativa, novas organizações colaborativas, e processos coletivos de trabalho e criação. Articuladora da rede CORO – Coletivos em Rede e Organizações, ativa desde 2003 (www.corocoletivo.org). Como Designer Cultural e Sustentabilidade, desde 2000 realiza festivais, intercâmbios e curadorias como ReverberAções (PRÊMIO Cultura e Pensamento 2006 para Seminário Ritmos da Urgência - www.reverberacoes.com.br) e Programa ‘Interações Florestais - Residência Criativa na ecovila Terra UNA (PRÊMIOS Conexões Artes Visuais 2007 e Interações Estéticas 2008 - www.terrauna.org.br). Diretora fundadora da Nexo Cultural, agencia de Designer Cultural e Sustentabilidade para consultoria, estratégia, desenvolvimento e facilitação de projetos e processos (www.nexocultural.com.br).
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Fabiane Borges,
doutoranda em psicologia clínica - Puc.SP, psicóloga, pesquisadora de arte e comunicaçao.
http://cassandras.multiply.com
http://catadores.wordpress.com
http://www.youtube.com/user/catadores
http://picasaweb.google.com.br/catadores
http://estudiolivre.org/el-user.php?view_user=fabiborges
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Cauê Alves,
é formado em Filosofia pela FFLCH-USP, onde defendeu mestrado e atualmente desenvolve pesquisa de doutorando. Foi professor de filosofia e história da arte da Universidade Cidade de São Paulo. Atualmente é professor de história da arte do curso de arquitetura e urbanismo da Escola da Cidade e docente da Faculdade de Comunicação da FAAP. É membro do Corpo Editorial da Revista Número, curador do Clube da Gravura do Museu de Arte Moderna de São Paulo.Foi colunista da revista mensal Bien’art, membro do Conselho Consultivo de Artes doMAM-SP, e um dos curadores da exposição “MAM[na]OCA: arte brasileira do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
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André Mesquita
É jornalista e mestrando em História Social pela Universidade de São Paulo. Há alguns anos, vem pesquisando intersecções entre coletivos de arte e ativismo contemporâneo através de grupos residentes nos Estados Unidos, Canadá, França, Espanha e Brasil. Tais artistas-ativistas têm produzido ações como protestos contra a globalização capitalista, intervenções urbanas, performances, cartografias, instalações, projetos colaborativos com comunidades, mídia tática e culture jamming. Em 2006 e 2007, foi um dos colaboradores do Memefest Brasil (http://brasil.memefest.org), festival de comunicação radical criado na Eslovênia. Em 2007, participou do workshop “The Position of the Speaker”, organizado pela Documenta 12 em Kassel. Como crítico de arte, foi um dos organizadores do projeto educativo para a exposição “Espaços Funarte Artes Visuais”, em São Paulo. Atualmente, é editor do site Rizoma (http://www.rizoma.net) e participante de diversas iniciativas ativistas relacionadas a práticas de democracia direta, autogestão e movimentos sociais.
Endereço: Rua França 117, Jardim Europa, SP - De 5 a 26 de julho das 14 as 20h - Entrada Franca - Mais informações